Práticas para iniciantes

QUARTAS - FEIRAS 19.45 às 22.00 hs.

Sábados 15.00 às 16.30 hs.

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NOVEMBRO - 2008

           Tema: As Quatro Nobres Verdades (ariya-sacca)

 

Praticantes antigos

 

           QUARTAS - FEIRAS  20.00 às 22.00 hs

 

 

            MEDITAÇÃO INTENSIVA – 19 DE NOVEMBRO


          

           Tema: Abhidhamma

 

           www.acessoaoinsight.net/arquivo_textos_theravada/Abhidhamma.php

 

 

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  Praticantes novos


NOVEMBRO - 2008

 

05 - 08

A Terceira Nobre Verdade

Autor: Guia de Estudos do Dharma – Bhavan Guide L 13

 

12 - 15

A Terceira Nobre Verdade

Autor: Guia de Estudos do Dharma – Bhavan Guide L 13 – 14

 

19 - 22

Meditação intensiva

 

26 - 29

A Quarta Nobre Verdade

As Quatro Nobres Verdades – Nyanatiloka

 

Sua doação é muito importante para a manutenção do esforço da Casa  de  Dharma em transmitir os ensinamentos do Dhamma do Buddha

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TEXTOS  DOS CURSOS – DISPONÍVEIS  NA  BIBLIOTECA

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O que é meditação Vipassana

 

Meditação significa a prática de desenvolvimento ( bhavana ), cuja base é a consciência plena, a atenção plena ( sati ). As traduções em inglês usam termos equivalentes como awareness, mindfulness.

Vipassana significa vi ( clareza ) - passana ( ver ): ver claramente, intuição imediata, insight, através da experiência da contemplação direta das coisas.

Visão interior é ver as coisas como elas realmente são seja do nosso mundo interior ou exterior. Ver as coisas segundo sua tríplice característica:
. a impermanência ( anicca )
. o sofrimento e insatisfação ( dukkha )
. da insubstancialidade de um "eu" ou de um "meu" ( anatta )

Nossa mente é como um lago de águas agitadas, o que impede que a luz emerja do fundo de nós e que por ela vejamos a realidade claramente. Tendemos a reagir automaticamente, movidos por impulsos que não percebemos em suas causas, desenvolvimento e consequências. Para lidar com isso, precisamos de um método que ofereça um suporte que torne a mente calma e concentrada (samadhi), penetrante.

Este suporte ou foco é a respiração. Ao invés de sons ou visualizações, seguimos o método que usa a respiração como base para adestrarmos a atenção sati, e despertarmos a mente. Inspirando e expirando a mente traz de modo estável a atenção para o conhecimento do corpo e da mente, conhecimento que apoiado pela sabedoria, pañña, erradica da mente os venenos da ganância, do ódio e da delusão, conduzindo a mente para a Liberação, para a Iluminação.

 

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A meditação no dia-a-dia

 

A meditação não deve ser um escapismo para lugares fantasiosos, nem a procura de estados alterados de consciência como os provocados por drogas e outros estimulantes ou a busca de poderes mentais. Ilusões deste tipo são obstáculos ao desenvolvimento espiritual.

A meditação é um instrumento para que, adestrando a mente a ver com clareza as coisas fenomênicas, possamos discernir as ações, pensamentos e falas que são propícias ao caminho espiritual e as que perpetuam os problemas e apegos ao mundo samsárico.

Observemos as reações da mente ao sofrimento, doença, prazer, a natureza dos desejos e suas consequências. Vejamos nosso descontentamento, rejeitando o que nos desgosta, querendo o que não temos, sendo inábeis em conservar o que de bom conquistamos.

Observemos as verdadeiras raízes de nossa insatisfação, de que nada nos pertence nesta efêmera Roda da Existência de nascer e morrer, Samsara. Nada é “eu” nem “meu”, são apenas experiências que passam pela mente. Com isso, a mente reluz pacífica e duradouramente em sua verdadeira natureza de claridade e frescor.

A vida pode ser vivida, não no passado que se foi nem no futuro que não chegou, mas no presente, aqui e agora. Vivemos cada transitoriedade de nosso dia-a-dia com arte, sabedoria atenta e desapego, cultivando a compaixão e o bem querer irradiante, metta, para com todos os seres, a começar por nós mesmos, nossos amigos e parentes, aqueles que nos são indiferentes e nossos inimigos. Porque todos somos prisioneiros e carcereiros na prisão da ilusão e do desejo de permanecer usufruindo das experiências da vida condicionada, o desejo de existir.

Lembremos que nossa prática espiritual caminha junto com a observância dos preceitos éticos (sila) preconizados pelo Budismo:

 

Evitar causar danos aos outros seres viventes.

Evitar tomar ou desejar possuir o que não nos foi dado.

Evitar o uso incorreto dos sentidos, inclusive da sexualidade.

Evitar as falas indevidas ( mentiras, maledicências ).

Evitar o uso de drogas e outros intoxicantes que anuviam a mente.

 

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Bhante Henepola Gunaratana

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