Práticas para iniciantes

segundas-feiras das 19h45 às 22h

Sábados das 15h às 16h30min

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Praticantes antigos

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Praticantes novos

Janeiro - 2010

 

16/01 - Meditação intensiva

23/01 - Meditação da tranquilização: Samatha

Autor: Guia de Estudos do Dharma – Bhavan Guide L 5 – 6

Meditação do Insight: Vipassana

Autor: Guia de Estudos do Dharma – Bhavan Guide L 7 – 8

Fonte: www.casadedharma.org

30/01 - O Poder da Amizade amorosa (metta)

Texto Bhante Gunaratana

Fonte: www.casadedharma.org

 

Fevereiro-2010

 

06/02 - O Poder da Amizade amorosa (metta)

Texto Bhante Gunaratana

Fonte: www.casadedharma.org

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14 - 21 - CARNAVAL - Retiro com Bhante Buddharakkhita

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Março - 2010

 

O Dhamma do Buddha

06/03 - O que é Budismo Theravada.

Fonte: www.acessoaoinsight.net

13/03 - Dukkha

Autor: Venerável Nyanatiloka Thera

A Vida não é só Sofrimento.

Autor: Thanissaro Bhikkhu

20/03 - Meditação intensiva

27/03 - Meditação da Tranquilização Samatha

Autor : Guia de Estudos do Dharma - Bhavan Guide L 5 - 6

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TEXTOS  DOS CURSOS – DISPONÍVEIS  NA  BIBLIOTECA

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O que é meditação Vipassana

 

Meditação significa a prática de desenvolvimento ( bhavana ), cuja base é a consciência plena, a atenção plena ( sati ). As traduções em inglês usam termos equivalentes como awareness, mindfulness.

Vipassana significa vi ( clareza ) - passana ( ver ): ver claramente, intuição imediata, insight, através da experiência da contemplação direta das coisas.

Visão interior é ver as coisas como elas realmente são seja do nosso mundo interior ou exterior. Ver as coisas segundo sua tríplice característica:
. a impermanência ( anicca )
. o sofrimento e insatisfação ( dukkha )
. da insubstancialidade de um "eu" ou de um "meu" ( anatta )

Nossa mente é como um lago de águas agitadas, o que impede que a luz emerja do fundo de nós e que por ela vejamos a realidade claramente. Tendemos a reagir automaticamente, movidos por impulsos que não percebemos em suas causas, desenvolvimento e consequências. Para lidar com isso, precisamos de um método que ofereça um suporte que torne a mente calma e concentrada (samadhi), penetrante.

Este suporte ou foco é a respiração. Ao invés de sons ou visualizações, seguimos o método que usa a respiração como base para adestrarmos a atenção sati, e despertarmos a mente. Inspirando e expirando a mente traz de modo estável a atenção para o conhecimento do corpo e da mente, conhecimento que apoiado pela sabedoria, pañña, erradica da mente os venenos da ganância, do ódio e da delusão, conduzindo a mente para a Liberação, para a Iluminação.

 

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A meditação no dia-a-dia

 

A meditação não deve ser um escapismo para lugares fantasiosos, nem a procura de estados alterados de consciência como os provocados por drogas e outros estimulantes ou a busca de poderes mentais. Ilusões deste tipo são obstáculos ao desenvolvimento espiritual.

A meditação é um instrumento para que, adestrando a mente a ver com clareza as coisas fenomênicas, possamos discernir as ações, pensamentos e falas que são propícias ao caminho espiritual e as que perpetuam os problemas e apegos ao mundo samsárico.

Observemos as reações da mente ao sofrimento, doença, prazer, a natureza dos desejos e suas consequências. Vejamos nosso descontentamento, rejeitando o que nos desgosta, querendo o que não temos, sendo inábeis em conservar o que de bom conquistamos.

Observemos as verdadeiras raízes de nossa insatisfação, de que nada nos pertence nesta efêmera Roda da Existência de nascer e morrer, Samsara. Nada é “eu” nem “meu”, são apenas experiências que passam pela mente. Com isso, a mente reluz pacífica e duradouramente em sua verdadeira natureza de claridade e frescor.

A vida pode ser vivida, não no passado que se foi nem no futuro que não chegou, mas no presente, aqui e agora. Vivemos cada transitoriedade de nosso dia-a-dia com arte, sabedoria atenta e desapego, cultivando a compaixão e o bem querer irradiante, metta, para com todos os seres, a começar por nós mesmos, nossos amigos e parentes, aqueles que nos são indiferentes e nossos inimigos. Porque todos somos prisioneiros e carcereiros na prisão da ilusão e do desejo de permanecer usufruindo das experiências da vida condicionada, o desejo de existir.

Lembremos que nossa prática espiritual caminha junto com a observância dos preceitos éticos (sila) preconizados pelo Budismo:

 

Evitar causar danos aos outros seres viventes.

Evitar tomar ou desejar possuir o que não nos foi dado.

Evitar o uso incorreto dos sentidos, inclusive da sexualidade.

Evitar as falas indevidas ( mentiras, maledicências ).

Evitar o uso de drogas e outros intoxicantes que anuviam a mente.

 

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Bhante Henepola Gunaratana

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